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“DIREITO
DE UM DEVER DE OUTRO”. |
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Karl
H. Marx (1818 – 1883) filosofo alemão –
Já no Século XIX, nos alertava sobre os
efeitos nefastos do “lucro” (“MAIS VALIA”).
No entanto o famigerado MAIS VALIA, não ficou restrito
aos meios da produção e à propriedade.
De algumas décadas para cá, foi adotado
pelos Órgãos Governamentais que o adicionaram
aos “impostos”. |
Quem
paga, paga por algo!. O cidadão tem o “dever”
de recolher seus impostos ao Estado. Por sua vez o Estado
tem o “direito” de arrecadá-lo, porém,
o Estado tem o “dever” de em retribuição,
prestar serviço de boa qualidade. “DIREITO
DE UM DEVER DO OUTRO!”...
É “dever” do Estado, garantir ao
cidadão; Saúde; Educação;
Habitação; Transportes; Justiça;
Trabalho e Segurança. Está escrito na
CONSTITUIÇÃO.
Mas, como já estamos “carecas” de
saber, o Estado não cumpre com responsabilidade
e eficiência esses serviços, obrigando
boa parte dos contribuintes a obtê-los na iniciativa
privada, contra a vontade e com sacrifício do
cidadão. Estes serviços têm um custo.
Este custo chama-se “MAIS VALIA” do imposto.
Mas o alvo principal desta crônica ficará
restrito, a “pseudos” condomínios
de nosso município. Um amigo me dizia: —
“Se a moda pega, para irmos ao centro, teremos
que trafegar por COTIA, ITAPEVI e SÃO ROQUE”.
Vendendo a ilusão de segurança e da valorização
imobiliária, uma minoria, consegue dos poderes
público da época, contratos de concessão
de direitos destas áreas. Note bem caro leitor,
contratos estes de “livre adesão”.
Criam-se assim associações de moradores,
minoria pura e simples, mas senhores feudais, que tomam
posse de seus feudos, delimitam logo seus domínios,
erguendo muros e portarias, em ruas, vielas e passagens
de domínio público (do povo) e as tornam
particular, criam jurisprudência, códigos,
normas e sanções própria com se
fossem órgãos do poder público.
Contratos de “Livre adesão” viram
contratos obrigatórios, os moradores que não
contribuem com suas taxas, são cobrados via judicial.
Alegam esses senhores feudais, que existe jurisprudência
em defesa destas contribuições. O que
era facultativo virou enriquecimento ilícito.
Se supusermos que eles estejam certos, então
façamos como eles; cerca-se toda a cidade num
grande condomínio, identificamos todos os transeuntes,
se tiverem “cara de bandidos”, não
os deixamos passar ou entrar, assim estaremos salvos
e em segurança, e nossos imóveis valorizados.
Que Tal?
Ou então, não pagaremos impostos, porque
afinal, não temos segurança; nossos imóveis
não têm a mesma valorização;
não podemos transitar em ruas que eram de domínio
público e agora não o são; deixaríamos
de pagar as contas de consumo de energia elétrica
que eles gastam para iluminar estas mesmas ruas; ha!
Não esqueçamos do lixo, que é recolhido
porta-à-porta; e outros serviços, que
ajudamos os senhores feudais a pagar.
Isto no mínimo é abuso do poder econômico,
porque o que realmente eles querem é “VOCE
LÁ E EU CÁ”. Se eles estivessem
preocupados com a segurança, as mensalidades
arrecadadas (mais valia do imposto) serviriam para encher
o Estado de ações populares, obrigando-o
a prestar serviços de boa qualidade, como manda
a Constituição, o que é de direito
do cidadão. De todos os cidadãos.
Eles esquecem que ao sair de seus feudos, ficam à
mercê da violência, como qualquer mortal,
porque ela está: nas ruas; no trabalho; no supermercado;
na escola e até em seus próprios feudos.
Violência gera violência. Existe maior violência
do que a “Segregação e a Exclusão?”.
Aliás, não são estes, os motivos
principais da violência atual?
Fica registrada aqui a nossa denúncia. Pergunto
veementemente; cadê a Câmara Municipal?
A Procuradoria Municipal? A Promotoria Pública?
E os Órgãos de Defesa do Consumidor? Sim,
porque o contribuinte é consumidor e também
é cidadão.Todo cidadão tem deveres
e obrigações, mas também têm
direitos!
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PODER
PELO AVESSO
Conhecida
por suas crônicas inteligentes com títulos
irônicos, brincando com livros e filmes “
sob o rigor da lei de Gerson”,” Amargo regresso”
(sobre Zé Dirceu) e outros que a jornalista Dora
Kramer vai registrando com independência os meandros
políticos da nossa história recente. O Avesso
começa em 2001 com a crônica, |
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“Desejo
de mudar” época que Roseana Sarney disparava
nas pesquisas eleitorais e encerra, com a autora apontando
a fraqueza das oposições em outubro de 2009
com sua crônica “ Uma Nação
de cócoras “. De Brasília, converge
sua critica ao poder político, com elegância
e coragem, vai contando as verdades, que de tão
obvio, poucos conseguem imprimir, é na “quase
lógica do senso comum” que compreendemos
sua inteligência, para ansiosos esperar sua nova
crônica.
Eduardo Rizzo |
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Jorrnalista
Dora Kramer lança hoje, na Livraria da Vila (Al.
Lorena, 1.731), a partir das 19h30, o livro O Poder
pelo Avesso (Editora Barcarolla, R$ 39), que reúne
nove anos de crônicas políticas diárias
publicadas entre 2001 e 2009 no Estado e Jornal do Brasil.
A leitura de O Poder pelo Avesso revela os caminhos
da política brasileira e seus principais personagens.
As 99 crônicas provam que a reflexão, crítica
profunda e análise perspicaz, às quais
Dora se dedica há 15 anos, são fundamentais
para se compreender a história recente da política
brasileira. No Rio, o lançamento deste que é
o terceiro livro da autora, será quarta, na Livraria
Argumento, no Leblon. “Estadão
online"
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“
Não se aperfeiçoa a Democracia criminalizando
o exercício de opinião”
Dora Kramer |
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16/03/2010
- 09:05
Enviado por: Fábio
denunciar abuso
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Será que o CQC tbem vai investigar as “Doações”
efetuadas pelo Furlan para diversas cidades da região
em troca de apoio político para sua filha Bruna
Furlan (Candidata a Daputada Federal)Será que o
Furlan não conhece lei da Impessoalidade ?? Quais
foram os critérios para escolha das cidades ??
ABSURDO dando dinheiro público…. Quer se
igualar a Silvio Santos “”Quem que Dinheiro
??” ele Quem quer Viatura ?? Quen quer Ambulância??
Cadê o Ministério Público ?????? Saiba
mais |
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